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sexta-feira, 30 de abril de 2010
Uma hora a mais...
O que você faria com uma hora a mais por dia? Já pensou nisso?
É comum reclamarmos que o dia é curto, que as horas voam. Final de semana e feriado, então, nem se fala: mal começam e já estão terminando.
E, durante a semana, há tanto que fazer: escola, trabalho, lar, estudo, tarefas, tarefas...
É bem possível que tenhamos sonhado com uma hora a mais no dia.
Mas, o que faríamos com essa hora extra, se ela nos fosse dada?
Determinada revista realizou a pesquisa e descobriu coisas muito interessantes.
Houve quem aumentaria o horário de trabalho. Outros disseram que aproveitariam para frequentar a academia, se exercitar.
Alguns optaram por utilizar a hora dormindo.
Na Espanha, metade dos que responderam à pesquisa consideraram que queriam uma hora a mais para estar com os seus entes queridos.
Os brasileiros foram os segundos a dizerem que optariam de igual forma.
Em dias que tudo parece tão superficial, que pais e filhos entram e saem do lar em horários diferentes, quase não se encontrando, em que visitas a familiares parecem estar no final da lista de deveres, é maravilhoso descobrir como há tantas pessoas que ainda cultivam o amor.
Estar com a esposa, com o esposo, para conversar, para realizar um passeio mais longo, para assistir ao pôr do sol abraçados.
Estar com as crianças, conferindo as suas lições da escola, verificando o quanto já dominam as letras, o traço no papel, as cores, as formas.
Ir ao cinema com a família, comprar pacotes de pipoca, e sentir o prazer de rir, chorar, emocionar-se. E, depois, no carro e em casa, por dias, comentar a cena mais divertida, a mais hilariante.
Comentar sobre a trilha sonora, o desempenho dos atores, a fotografia, os efeitos especiais.
Comprar o livro em que se baseou o filme e ler juntos, deliciando-se com a fantasia, encharcando-se de cultura.
Uma hora a mais para brincar com os meninos, chutar bola, correr.
Uma hora a mais para adormecer ao lado do filho, antes mesmo dele, porque o cansaço nos alcançou a galope.
Uma hora a mais... Não a vamos ter. O dia continuará tendo 24 horas.
O que necessitamos é nós mesmos administrarmos de tal forma o nosso tempo que tudo possamos fazer: trabalhar, estudar, estar com os amigos, privilegiar a família com nossa presença constante.
Pensemos nisso e, antes que a morte nos arrebate a vida física, aproveitemos os minutos, estando com nossos amores.
Vendo os filhos crescerem, como o jardineiro atencioso observa as plantas brotarem e se desenvolverem.
E, assim, estarmos atentos para o amor que nos requerem os filhos, os nossos pais idosos, os amigos que nos amam.
Ah, uma hora a mais por dia... Conquistemo-la com nossa boa administração do tempo.
Redação do Momento Espírita a partir da pesquisa realizada por Seleções
Reader’s Digest, publicada em seleções.com.br/umapergunta.
Em 13.07.2009.
domingo, 28 de março de 2010
A paz em você
A palavra paz costuma estar nos discursos de todas as pessoas.
Seja o político influente, o religioso, a mãe de família, o patrão ou o empregado, todos afirmam desejar a paz.
Contudo, é comum a percepção de que a paz é algo que se produz no exterior e por obra de outros.
Deseja-se a paz à custa de atos alheios.
Se ela não se faz presente, entende-se que a culpa é de terceiros.
Culpa-se o governo pelos estrépitos das ruas.
Culpam-se os políticos pela cultura de desonestidade que prejudica a tranquilidade.
Sempre são os outros os responsáveis.
Entretanto, toda realização legítima e duradoura começa no indivíduo.
As ideias surgem nas mentes de alguns, alastram-se, convertem-se em atos e gradualmente tomam corpo no meio social.
Toda conquista positiva perfaz esse caminho para se converter de ideia de poucos em realidade de muitos.
Com a paz não pode ser diferente.
Mas, em relação a ela, ainda há uma peculiaridade.
A genuína pacificação se opera no íntimo do ser.
O exterior tumultuado pode constituir um desafio à preservação da harmonia interior.
Ocorre que o silêncio do mundo não induz à paz interna.
Em geral, quem tem a consciência pesada busca se agitar bastante, a fim de não se deter na própria realidade.
Como algo interno, a paz legítima é uma construção pessoal e intransferível.
Ninguém se pacifica à custa do semelhante.
Um ser iluminado pode dar exemplos, conselhos e lições.
Contudo, pacificar-se é um processo de dignificação, que só o próprio interessado pode realizar.
Ele pressupõe a compreensão de que atos indignos sempre têm tristes consequências.
Ninguém adquire plenitude interior sem agir com dignidade e sem dominar seus pensamentos e sentimentos.
A entrega ao crepitar das paixões apenas complica a existência.
Os gozos mundanos são momentâneos, ao passo que a lembrança do que se fez dura bastante.
Não há como viver em paz e desfrutar de vantagens indevidas, prejudicar os semelhantes e fazer o que a consciência reprova.
O requisito básico da paz é a tranquilidade de consciência.
Para isso, é preciso tornar-se senhor da própria vontade.
Hábitos de longa data não somem em um repente.
Enquanto eles são dominados, a vontade precisa ser firme.
Para não viver torturado por desejos ilícitos, também se impõe deter o olhar no que de belo há no mundo.
Sem angústia, mas com a firme intenção de corrigir-se aos poucos, direcionar a própria atenção e o próprio querer para atividades dignas.
Devagar, surge o prazer de ser trabalhador, digno e bondoso.
Como resultado, faz-se a paz no íntimo do ser.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita.
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Quem sou eu
- Eliana Lopes
- Brasil/Rio de Janeiro. Casada, mãe de dois filhos que são a razão do meu viver. Adoro artesanato, culinária e viajar. Conhecer novos lugares e sua cultura. Solidária, muito calma.Amo a vida minha família e meus amigos!!!
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“Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor... Lembre-se: Se escolher o mundo ficará sem o amor, “Mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo.” Albert Einstein
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“Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...
Lembre-se: Se escolher o mundo ficará sem o amor,
“Mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo.”
Albert Einstein

